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[Análise] Sifu mostra que a vingança pode ser plena e bastante satisfatória

By : PlayersPlace

 

Quando Sifu foi anunciado, toda sua premissa indicava que ele seria apenas uma espécie de beat 'em up focado em artes marciais. Entretanto, de maneira bastante contundente, o jogo se torna uma rica experiência para quem gosta de desafios e também para os fãs dos grandes filmes do gênero, que deram luzes a estrelas como Bruce Lee, Jackie Chan e Jet Li, e sempre quiseram vivenciar a “sua” própria história de vingança com as próprias mãos.

A missão de uma vida

Sifu introduz sua afiada mecânica de combate em um tutorial um tanto quanto amargo. Nele, controlamos o antagonista Yang, que em um rompante de fúria, invade o dojo do seu antigo mestre e o assassina após um confronto. O mesmo destino foi reservado à esposa de seu tutor e seu filho, ou pelo menos era o que o traidor pensava. 

O infante de oito anos, que pode ser um menino ou uma menina, sobrevive a uma facada que deveria ser fatal e então dedica sua vida a se fortalecer, conhecer o máximo de técnicas e assim concretizar sua vingança ao exterminar Yang e sua gangue. Cada um deles está escondido em uma área da cidade, infestada de capangas que variam de viciados a frequentadores de boates e líderes de gangues locais.

O protagonista precisa perseguir cada um daqueles que traíram os ensinamentos do seu pai, mas a narrativa se mostra mais complexa que uma mera jornada de vingança. Ao percorrermos os locais, encontramos diversos pontos importantes, como chaves, portões trancados e folhetos, por exemplo, que nos levam a conhecer melhor os motivos por trás de cada atitude dos vilões e como tudo isso está interligado, no melhor estilo detetive. 

Para auxiliar nesse entendimento, temos à nossa disposição um quadro que armazena todas essas informações e traça linhas entre os fatos com algo em comum, como qual chave abre qual porta. Começamos com ele em branco, mas não é difícil achar esses dados espalhados pelo local, o que torna a exploração bem básica e tranquila.

Os cinco pontos da cidade que serão visitados são: os Cortiços, o Clube, o Museu, a Torre e o Santuário. Cada um com sua identidade visual bastante distinta, desde os ambientes externos até os lugares que entramos, como casas e prédios, até a vestimenta dos capangas que precisamos derrubar. Toda essa composição cria uma imersão bastante competente para o jogador, que tem o competente apoio da trilha sonora que varia entre músicas feitas com instrumentos chineses tradicionais e batidas eletrônicas, compostas pelo músico Howie Lee.

O peso dos anos

A grande sacada de Sifu é usar o amadurecimento do protagonista como fator decisivo para a progressão do jogador, revelando-se um roguelike. Começamos a jornada com 20 anos de idade, com bastante energia e apenas uma lista básica, mas bastante completa, de movimentos. Além da barra de energia, temos uma barra de estrutura, que serve para regular o uso de bloqueios e aparos. Podemos defender vários ataques consecutivamente, mas isso fará nossa estrutura diminuir até um golpe certeiro quebrar nossa defesa e nos deixar sem reação por alguns dolorosos segundos.

Entretanto, como é de se esperar de um prodígio do kung fu, isso pode ser evitado com contra-ataques certeiros. É possível aparar uma investida inimiga ao pressionar o botão de bloqueio no momento exato do impacto, o que abre a resistência do ofensor para uma ação reversa mortal.

Caso o herói morra em combate, o talismã de contas entra em ação. A cada derrota, nosso contador ganha um número, que é acrescido a idade total. Por exemplo, logo no início, começamos com 20 e se morrermos uma vez, a idade sobe para 21. Na próxima morte, o contador subirá para dois, então a idade subirá para 23.  Existem certos inimigos que, se abatidos, fazem nosso contador decrescer em uma unidade. Pode não parecer muito, mas ajuda um bocado em momentos cruciais. 

A cada década de tempo que alcançamos, uma conta do nosso talismã se quebra, trazendo benefícios e desvantagens, pois podemos causar mais danos com nossos ataques básicos, mas a barra de energia diminui consideravelmente. Quando todas as contas se quebrarem, é fim de jogo e devemos retornar ao início da área. 

Sem dor, sem ganho

Sifu tem alguns elementos básicos de roguelikes, como a obtenção de habilidades não permanentes. Sempre que encontramos um santuário pelo caminho ou morremos, podemos adquirir algumas novas técnicas com os pontos de experiência ganhos em combate. Elas podem ser novos ataques com o uso da barra de foco, contra-ataques quando derrubado, pegar objetos arremessados na sua direção e golpes específicos para certas armas, como facas ou bastões.

Ao finalizarmos uma fase, começaremos a seguinte com a idade atual que estamos, as habilidades adquiridas e o contador de mortes zerado. Se o jogador quiser diminuir seu número de anos, será necessário concluir a anterior de maneira mais eficaz e morrendo menos vezes. Em caso de game over, perdemos todas as habilidades e experiência obtidas, tendo que começar tudo de novo. Apenas o quadro de detetive não é zerado, o que é um alívio, visto que alguns itens dele podem criar atalhos e deixar as coisas mais objetivas.

As habilidades até podem ser adquiridas de maneira permanente, mas precisam ser adquiridas seis vezes para se tornarem fixas e não sumirem após um fracasso. Isso gera um grinding excessivo, pois focar em tornar uma delas permanente nos faz abrir mão das muitas outras disponíveis para serem experimentadas e acrescentar nosso arsenal de movimentos letais. Porém, a lista de comandos básicos é extensa o bastante para suprir a necessidade daqueles que tentarem se embrenhar nesse submundo.

Ainda assim, se o jogador quiser se arriscar em uma nova corrida, não encontrará muitas novidades. Todos os padrões se repetem sempre, como número de inimigos em um determinado espaço e o caminho a ser seguido até o chefe em questão. Logo, não demora para que toda a métrica seja decorada e o jogo seja concluído em poucas horas, mas isso também não tira a beleza dos combates, e como eles são divertidos.

Por mais que o andamento das fases possa ser manjado, e você possa estar preparado para estar em um cômodo de 25 m² com mais seis caras armados com facas, bastões e canos, é muito divertido sentir a fluidez de cada combate. Não espere aquela atitude estranha dos filmes em que, mesmo cercado, o herói é atacado por um capanga de cada vez. Em Sifu todos partirão para cima ao mesmo tempo e você que se vire para administrar como fará a distribuição de sopapos para sair ileso.


Tudo isso pode parecer muito, e inclusive os momentos iniciais nos Cortiços podem assustar os jogadores mais inexperientes, que não esperam oponentes tão reativos e punitivos de primeira. Mas para aqueles que persistirem, a recompensa de dominar cada técnica e aplicá-la em uma sequência de combates é bastante satisfatória.

Idade é apenas um número

Sifu foi feito declaradamente como uma carta de amor aos filmes de artes marciais, mas ele consegue ultrapassar esse rótulo e ser atrativo para um público muito mais abrangente. Mesmo com seus momentos de repetição e grinding um pouco agressivos, seu sistema de combate preciso é divertidíssimo e criativo, além de trazer ao jogador toda uma sensação de realmente estar na pele do protagonista. É um título indispensável para quem gosta de se desafiar e quer sentir na pele o que um aspirante das artes marciais tem que passar para atingir seu maior objetivo.

Prós

  • Sistema de combate bastante completo e adaptável ao estilo do jogador;
  • Excelente ambientação;
  • Ótima trilha sonora;
  • Exploração simples sem exigir que o jogador revire todo o cenário;
  • Mecânica de envelhecimento é uma ótima sacada para o gênero;
  • Sequências de ação muito bem elaboradas.

Contras

  • Os estágios e inimigos encontrados neles são sempre iguais;
  • Grinding um pouco agressivo para se obter habilidades permanentes;
  • A dificuldade pode afastar um pouco jogadores novatos.

Demo de Mega Man 11 está disponível para download no Nintendo Switch

By : PlayersPlace
Você já pode baixar e testar a versão de Mega Man 11 na eShop do console híbrido.
Se você não aguenta esperar até o lançamento de Mega Man 11, saiba que a versão demo do novo jogo do Blue Bomber pode ser baixada e testada agora mesmo na eShop do Nintendo Switch!

Na demo, os jogadores podem escolher entre diferentes níveis de dificuldade, testar o novo sistema de Double Gear e várias armas de chefões para eliminar Block Man e absorver seus poderes. Os fãs que derrotarem Block Man na demo gratuita de Mega Man 11 contribuirão para o desafio comunitário "Bust Block Man", que dará a chance de resgatar um conjunto de itens exclusivos na versão final do jogo.


Mega Man 11 será lançado em 2 de outubro de 2018 no Nintendo Switch.

GameXP 2018: Confira nossa prévia das atrações do evento

By : PlayersPlace
O GameBlast esteve presente no evento antes da abertura ao público. As atrações se dividem por três arenas do parque e também ocupam a área externa.
A partir de hoje (06/09) até o próximo Domingo (09/09), acontece no Parque Olímpico do Rio de Janeiro o GameXP 2018. O evento de games, definido como o primeiro game parkdo mundo, teve sua estreia durante o Rock in Rio 2017 e agora conta com estrutura bem maior em sua segunda edição, ocupando três arenas olímpicas e oferecendo diversas atrações nas áreas externas do parque.

A organização do evento realizou uma prévia exclusiva nesta Quarta (05/09) antes da abertura ao público, o Loading GameXP. Nós estivemos presentes e pudemos conferir várias novidades sobre as atrações do evento.

Experience Bay

As diversas atrações espalhadas pela área externa às arenas são como um parque de diversões inspirados em games conhecidos. Próximo ao início, temos o Clash Royale King Size, um circuito interativo bem bacana baseado no jogo para smartphones e que dá ao jogador a chance de tentar derrubar o Rei.


Mais à frente, podemos conferir algumas brincadeiras de futebol. O PES Experience desafiará a habilidade dos jogadores na precisão dos chutes, habilidades nos dribles e muitas outras modalidades, sempre com a bola nos pés. Também há estandes equipados para os jogadores experimentarem Pro Evolution Soccer 2019 (Multi) no Xbox One e no PS4.

Uma das atividades que mais gostamos foi a Arena Rainbow Six Siege. Trata-se se um cenário em tamanho real inspirado em Rainbow Six: Siege (Multi), onde os participantes são equipados com armas adaptadas com lasers. Quando um participante é atingido, sua arma para de funcionar instantaneamente e ele sai da partida, e vence o último a sobreviver. Sem dúvida, foi uma experiência muito divertida.
Aqueles que quiserem algo ainda mais radical vão adorar o Spider-Man Challenge, uma parede de escalada de 14 metros de altura inspirada nos cenários de Nova York pode onde o cabeça de teia costuma saltar. A cenografia replica um prédio de verdade.


Outra atividades é uma versão do clássico jogo Whack-a-mole. A diferença é que aqui ele se chama Whack-a-friend, e você vai ter que acertar os seus amigos de verdade com uma marreta feita de espuma e evitar que eles ativem alguns botões pelo cenário.

E não acaba por aí. Além de tudo isso, o espaço conta com uma painel com Just Dance 2019 (Multi) para o público conferir e dançar todas as músicas novas, um painel de Assassin's Creed Odyssey (Multi) e um circuito de corrida de verdade baseado em Crash Bandicoot (Multi). Ah, e não esqueçam de aproveitar a vista da roda-gigante do final do Parque.

Inova Arena

Esse espaço é totalmente dedicado à atrações voltadas à tecnologia e inovações. Lá, várias empresas terão estandes para demonstrar aplicações práticas e conceitos de forma lúdica. Temas como realidade aumentada, realidade virtual e inteligência artificial fazem parte dos conteúdos. 



Dentro da arena, alguns estantes especiais estarão oferecendo diversas atividades interativas. A aplicação Dinomundi, por exemplo, usa a realidade aumentada para os jogadores promoverem batalhas usando tablets e cartões de dinossauros. 

NBA Fan Zone é um espaço onde o público poderá participar de brincadeiras e desafios na quadra interativa com piso de LED, além de conferir o jogo NBA2K 2019 (Multi) e adquirir produtos oficiais da loja da liga. Já o Rock Stage oferece a chance de comandar um grande show em um palco com instrumentos gigantes.



A arena conta ainda com um palco especial onde mais de 50 palestras serão oferecidas ao público. A lista de expositores e a programação completa das palestras podem ser consultadas diretamente no site do evento.

Gameplay Arena

O GamePlay Arena é o local onde o público poderá jogar os próximos lançamentos de games e participar de ativações exclusivas. O espaço também terá a uma área com jogos de todas as épocas em mais de 80 arcades, simuladores e pinballs, duas vezes o tamanho da edição anterior.

Lá, pudemos experimentar os aguardados Spider-Man (PS4) e Assassin's Creed Odyssey. A Nintendo marcou presença com a Mario Kart 8 Deluxe Game Station, uma área especial para os fãs do jogo de corrida da Nintendo se divertirem com vinte Nintendo Switches. Outros games que dão as caras por lá são Injustice 2 (Multi), Lego DC Villains (Multi) e Super Street Fighter IV (Multi).



A Microsoft vai oferecer a sua Xbox Experience durante a GameXP. Serão doze Xbox One X, nove Xbox One S e cinco PCs, com títulos como State of Decay 2Sea of ThievesPlayerunknown's BattlegroundsForza 7 (com direito a cockpits) e jogos de estúdios parceiros.


Ubisoft terá seu espaço próprio dentro da arena, a Ubisoft Arena. Os visitantes terão à sua disposição computadores preparados para confrontos de For Honor e Rainbow Six: Siege, além de estações com o inédito Assassin's Creed Odyssey. A empresa também trará para o GameXP a fase final do circuito de Rainbow Six Siege, um showmatch de For Honor e as disputas da etapa reginal do Just Dance Tour. Um quiosque da Ubisoft também estará no local com produtos oficiais da marca.

Ficou animado? Os ingressos para o GameXP 2018 podem ser adquiridos no site do evento, mas fique atento pois algumas datas já se encontram esgotadas.

Livro Gamer tem pré-venda iniciada

By : PlayersPlace
O autor Ítalo Chianca anuncia a pré-venda do seu quinto livro, reunindo diversas crônicas sobre sua trajetória com os videogames.
Gamer é o quinto livro publicado por Ítalo Chianca, que traz toda a sua experiência adquirida escrevendo para as principais revistas do gênero, como: NintendoBlast, Herói e Warpzone. Nesta obra o autor reúne várias crônicas de sua vivência no mundo dos videogames, com destaque para as locadoras.

Esta será uma verdadeira viagem ao passado, uma oportunidade para quem viveu esta época de relembrar as tardes nas locadoras de videogames, a febre Pokémon, a guerra entre a Nintendo e a Sega. E para quem não a vivenciou, poderá conhecer como era o mundo gamer nos anos 1990. 
A obra conta com mais de 300 páginas e reúne 44 histórias sobre videogames, locadoras, amizades, aventuras e tudo que cerca o mundo dos games, com um toque clássico e nostálgico que certamente irá agradar os fãs de jogos retrô. Ela é composta pelas histórias publicadas nos livros anteriores — com nova revisão — mais uma dezena de crônicas inéditas. O livro Gamer é a versão definitiva para a sua coleção, com tudo que ele produziu nos últimos cinco anos. 
Serão produzidas apenas 250 cópias do livro. Os envios acontecerão no começo de outubro e para pedir o exemplar basta clicar neste link que seu livro virá com assinatura e dedicatória exclusiva do autor.

[ESPECIAL]Rayman através das gerações

By : PlayersPlace
Vamos relembrar a trajetória do querido, mas meio esquecido, mascote da Ubisoft.

Rayman (Multi) - 1995

O primeiro jogo da franquia era um sidescrolling bem colorido e chamativo no qual o jogador, no controle de Rayman, precisa libertar os seis Electoons para resgatar o Great Protoon, uma bolota rosa mística responsável por manter a paz e o equilíbrio no mundo de Rayman, que foi roubada pelo vilão Mr. Dark.
O game foi originalmente lançado para Atari Jaguar, PlayStation, Sega Saturn e MS-DOS, mas também recebeu versões para Game Boy Color, Game Boy Advance, DSi Ware, Android e iOS.

Rayman 2: The Great Escape (N64/PC) - 1999

Este foi o primeiro game tridimensional da franquia e também marcou a primeira aparição de personagens icônicos como Globox. Desta vez o mundo de Rayman está sendo invadido por piratas espaciais e diversas batalhas ocorrem na tentativa de impedir os vilões. Em um destes confrontos Rayman acaba capturado é neste ponto que o jogo começa.
Rayman 2 foi lançado para Nintendo 64 e PC em 1999, recebendo versões para PlayStation, DreamCast, e iOS posteriormente. Além disso, remakes e adaptações com nomes diferentes foram lançados para Game Boy Color, PlayStation 2, Nintendo DS e Nintendo 3DS sob os títulos de Rayman 2 ForeverRayman RevolutionRayman DS e Rayman 3D, respectivamente. Mas se tratam do mesmo jogo.

Rayman 3: Hoodlum Havoc - 2003 (Multi)

Rayman 3 trás André, um “Black Lum” malvado que converte Red Lums em Black Lumscomo ele, na tentativa de dominar o mundo. E é claro, resta a Rayman a tarefa de salvar o dia. O jogo traz de volta o estilo 3D, mas desta vez com um tom mais sarcástico e algumas piadas envolvendo o gênero plataforma.
O game deu as caras no GameCube, PlayStation 2, PC, Game Boy Advance e N-Gage. Também recebeu um port em alta definição intitulado Rayman 3 HD, para PlayStation Network e Xbox Live Arcade.

Rayman Origins (Multi) - 2011

Retornando às origens do estilo plataforma sidescrolling, surge este aclamado sucesso de críticas, desta vez permitindo que até quatro jogadores se divirtam simultaneamente na tela. Com um estilo artístico único e excelente design de fases, Rayman Origins marcou com louvor o retorno da série principal do mascote da Ubisoft.
A história se passa 400 anos após os evento do terceiro game e conta como Rayman e seus amigos irritaram acidentalmente os mortos vivos da Land of the Livid Dead com seus roncos, resultando em vários inimigos sendo enviados para atacar nossos heróis. O game foi lançado para PlayStation 3, Xbox 360, Wii, PC, Nintendo 3DS e PlayStation Vita.

Rayman Legends (Multi) - 2013

Rayman Legends traz novamente o estilo artístico marcante e jogatina multiplayer de seu antecessor. Rayman e seus amigos despertam depois de um sono de 100 anos após os eventos de Origins. Durante este tempo os pesadelos se multiplicaram e se espalharam, resultando em uma ameaça iminente ao mundo.
Lançado originalmente para Wii U, PlayStation 3, Xbox 360, PC e PlayStation Vita, com versões para PlayStation 4 e Xbox One no ano seguinte, além de uma versão especial exclusiva para Nintendo Switch chamada Rayman Legends Definitive Edition.

Menção honrosa: Rayman Raving Rabbids - 2006

Este spin-off surgiu do nada e com uma proposta muito diferente. O jogador ainda fica no controle de Rayman e, através de diversos minigames, deve resolver o problema da vez, que são os Rabbids: estes coelhos meio abitolados das ideias que causam um caos generalizado por onde passam. O jogo deu as caras no Wii, PlayStation 2, PC, Game Boy Advance, Nintendo DS e Xbox 360.
A fórmula deu certo e surgiram duas sequências: Rayman Raving Rabbids 2 (Multi) e Rayman Raving Rabbids TV Party (Wii/DS). Entretanto, os Rabbids foram ganhando destaque por si mesmos e Rayman foi cortado dos games seguintes, dando início à uma franquia própria dos coelhos, com direito a desenho animado e até mesmo um crossover com a turma do Mario em Mario + Rabbids Kingdom Battle.
Mas voltando ao Rayman, ele ainda apareceu em diversos games menores para PCs, celulares com suporte a JAVA e também alguns mobiles mais modernos. Alguns exemplos incluem diversos jogos educativos com o personagem e Rayman Designer (PC), que permitia ao jogador criar as suas próprias fases. E você aí achando que Super Mario Maker (Wii U/3DS) que tinha revolucionado.
Apesar da pouquíssima quantidade de jogos principais e de ter sido enxotado da própria série spin-off, Rayman ainda é um mascote extremamente carismático e que desperta um carinho enorme em todos aqueles que tem o prazer de jogar um game dele. Estamos todos ansiosos pelo próximo título do herói desmembrado e torcendo para que não demore muito.

[GEEK]#PowerRangers25 - Os Rangers que voltam para o episódio de aniversário

By : PlayersPlace
A equipe de Super Ninja Steel terá um reforço morfenomenal para o episódio especial. E ele promete muito.
28 de Agosto. Esse foi o dia escolhido pela Nickelodeon para exibir o episódio de aniversário de 25 anos dePower Rangers que, propositalmente, também é o dia em que celebramos o aniversário da franquia que começou lá atrás em 1993, também em 1993. E como é de costume desde o primeiro episódio comemorativo (Eternamente Vermelho, de Força Animal), alguns ex-Rangers estão voltando para fazerem parte desse marco.
Os Rangers veteranos, até então confirmados, que voltam para o especial são: Jason David Frank comoTommy (Mighty Morphin Verde e Branco, Zeo e Turbo Vermelho, Dino Trovão Preto), Catherine Sutherlandcomo Kat (a segunda rosa de Mighty Morphin, Zeo Rosa e a primeira Turbo Rosa), Jason Faunt como Wes(Força do Tempo Vermelho), Ciara Hanna como Gia (Megaforce e Super Megaforce Amarela), Yoshi Sudarsocomo Koda (Dino Charge e Dino Super Charge Azul), Jeff Parazzo como Trent (Dino Trovão Branco), Lin Ming Hu como Gemma (RPM prateada) e Steven Skyler como Antonio (Samurai e Super Samurai dourado).

Gia - Trent - Gemma - Antônio - Koda: Os atores que estão voltando além de Tommy,
Kat e Wes da imagem de capa. Reprodução: Mega Power Brasil
Além disso, existe a possibilidade de que outros atores, ainda não anunciados e/ou confirmados, retornem a seus papéis como antigos Rangers. Todos os nomes acima confirmados foram citados em um rumor citado dois meses atrás pelo portal Power Rangers Now. Tal rumor lista os atores que, ou estiveram na Nova Zelândia (local de gravação da série), ou foram listados pelo The Hastag Show, além de alguns que confirmaram terem sido convidados para o episódio especial, mas que tiveram que recusar devido a problemas de agenda.

Retirando o nome de quem já está confirmado, a lista fica a seguinte:
Atores que apareceram na Nova Zelândia:
  • Steve Cardenas – Rocky, Zeo Ranger Azul
  • Selwyn Ward – TJ, Ranger Espacial Azul
  • Nic Sampson – Chip, Ranger Amarelo de Força Mística
  • James Davies – Chase, Ranger Preto de Dino Charge
Atores que foram listados pelo The Hastag Show:
  • Johnny Yong Bosch – Adam, Zeo Ranger Verde
  • Nakia Burrise – Tanya, Zeo Ranger Amarela
  • Pua Magasiva – Shane, Ranger Vermelho de Tempestade Ninja
  • Sally Martin – Tori, Ranger Azul de Tempestade Ninja
Atores que recusaram convite:
  • Erin Cahill – Jen, Ranger Rosa de Força do Tempo
  • Milo Cawthorne – Ziggy, RPM Ranger Verde
  • Davi Santos – Ivan, Ranger Dourado de Dino Charge
É muito provável que a oficialização ou não desse rumor será feito na Power Morphicon, uma convenção bi-anual 100% focada nos heróis coloridos, que acontece entre os dias 17 e 19 desse mês. Torço para que isso aconteça, embora ainda seja um rumor, e que eles disponibilizem um trailer do episódio comemorativo. O que é certo é que teremos a revelação do elenco principal de Power Rangers Beast Morphers, a 26ª temporada da franquia que estreará em 2019.

Power Rangers Super Ninja Steel é exibido no Brasil pela Cartoon Network toda segunda-feira.

Marvel's Spider-Man (PS4): primeiro DLC ganha teaser com Black Cat

By : PlayersPlace
Conteúdo será lançado em 23 de outubro.
Sony divulgou na manhã desta segunda-feira (03), o teaser do primeiro DLC de Marvel's Spider-Man, que será disponibilizado para download na PlayStation Store em 23 de outubro, com presença inédita da personagem Black Cat.
O pacote com conteúdos pós-lançamento do jogo custa US$24,99 e é recheado com três DLCs principais: Marvel's Spider-Man: The HeistTurf War e Silver Lining.

Super Mario Party (Switch) terá 20 personagens jogáveis

By : PlayersPlace
Gameplay mostra o elenco completo, que será o maior de toda a série.
Há pouco mais de um mês de seu lançamento, Super Mario Party (Switch), game que promete ser uma retomada da série às raízes, teve novidades sobre o seu elenco de selecionáveis.
O canal japonês da Nintendo apresentou mais um gameplay do novo título, nele podemos ver quem da turma do Mario estará na festa. Também foi possível ver a tela de seleção que confirma o número total de personagens disponíveis no game.
Como a imagem acima mostra, há quatro espaços de desbloqueáveis, se usarmos a imagem anterior e as sombras nos ícones como referência, provavelmente são: Donkey Kong, Diddy Kong, Pom Pom e Dry Bones.
Esse será o game com maior número de personagens jogáveis da série, um dos motivos pode ser a mecânica de aliados que já foi implementada em Mario Party: Star Rush (3DS) e que retorna para o novo título.
Super Mario Party é um jogo exclusivo para Nintendo Switch, com data de lançamento marcada para 5 de outubro de 2018.

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