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[Top 10]Os melhores jogos de anime e mangá lançados no século XXI

By : PlayersPlace
É possível dizer com toda a certeza que pelo menos as licenças de anime resultam em bons títulos a serem jogados.
Quando um mangá faz sucesso, é comum que ele se torne um anime. Em seguida, quando sua versão para televisão também experimenta do mesmo sucesso, a marca logo começa a se expandir, culminando, eventualmente, em uma adaptação para videogame. Essa prática logo se intensificou no passo em que era mais fácil para os ocidentais terem acesso a essas séries graças à internet, fazendo com que certos títulos que normalmente ficariam presos à escala nacional se tornassem conhecidos no mundo todo.


Dessa forma, nossa proposta é criar uma lista com os melhores jogos de anime ou mangá produzidos durante esse fenômeno de globalização da cultura, próprio do século XXI. Para tal, consideraremos as seguintes regras:

  • Cada série só tem direito a uma entrada própria na lista, sendo considerada a melhor delas. Jogos que facilmente poderiam estar presentes serão citados como menção honrosa.
  • Muitos desses jogos, principalmente os de luta, geralmente exigiriam um equilíbrio e solidez maior dentro do seu gênero, mas não os possuem. Os jogos não serão analisados de forma tão técnica assim. O que se busca é identificá-los a partir da diversão que eles podem proporcionar. 
  • Serão desconsiderados jogos de animes que já surgiram dos games. Digimon e Pokémon são dois exemplos de séries que não estarão presentes na lista.
  • O mesmo vale para o foco. Se o foco de um jogo consistir em algo além do anime ou mangá, também não será contabilizado, como Tatsunoko Vs. Capcom, cujas atenções dos personagens do estúdio de animação são igualmente divididas com os da empresa de games. Nota-se que isso é diferente de uma série de jogos consolidada que tenha spin-offs temáticos de séries de anime, como acontece com Dynasty Warriors, visto que o foco ainda não foge do anime em questão. 

10 – Saint Seiya: Sanctuary Battle (PS3)

Desenvolvido pelo estúdio Dimps (que ainda vai aparecer mais algumas vezes nas próximas colocações), Sanctuary Battle é tranquilamente um exemplo de jogo que agrada aos fãs da série que estão dispostos a se divertir sem prestar atenção nos defeitos técnicos. 
O título segue o estilo Musou, ou seja, é um beat’em up moderno em um ambiente em três dimensões similar à Dynasty Warriors ou Sengoku Basara. De um modo geral, esse tipo de jogo é divertido, o problema é que o gameplay acaba se tornando repetitivo com o tempo, deixando-o chato. Não é errado colocar que esse tipo de game é feito puramente pelo fanservice, visto a quantidade de personagens jogáveis comum do estilo, algo que se repete, por exemplo, em Fist of North Star: Ken’s RageArslan Senki ou, saindo dos exemplos de anime, Hyrule Warriors
É notável que a recepção morna a Sanctuary Battle resultou posteriormente na produção de Brave Soldiers Soldiers’ Soul, este, inovador no Brasil por trazer a dublagem original do anime. No entanto, como tais jogos de luta não foram considerados grande coisa pelos fãs, é possível que a franquia volte novamente para a geladeira e fique sem receber novos títulos por mais uns anos.

9 – YuYu Hakusho Forever (PS2)

Derivado de um anime queridinho dos fãs brasileiros por conta de sua dublagem, YuYu Hakusho Forever foi lançado em 2005 apenas no Japão e é uma das últimas iterações da série nos games — ela ainda ganharia um jogo para Arcade e um para DS em 2006, ficando por aí. Personagens da série até chegaram a aparecer em Jump Super StarsJump Ultimate Stars e J-Stars Victory Vs, mas nada próprio até então.
Desenvolvido pelo estúdio Dimps, assim como o jogo da colocação anterior, YYH Forever é um jogo de luta simples, porém consistente. O modo história se foca no Torneio das Trevas e pode ser jogado com vários personagens diferentes. Vencendo-o, o último arco do anime é desbloqueado e pode ser jogado apenas sob os pontos de vista de Yusuke, Hiei e Kurama. Ainda assim, há uma gama considerável de personagens e o jogo vai agradar aos fãs da série.

8 – Attack on Titan (Multi)

Ataque dos Titãs, como o mangá foi lançado por aqui pela Panini, é provavelmente um dos maiores sucessos recentes. Depois de um anime cuja recepção foi positiva, um jogo logo tratou de ser desenvolvido.
De responsabilidade do estúdio Omega Force, Attack on Titan é um hack ‘n slashcarregado de ação de proporções épicas, dado o tamanho colossal dos inimigos. É possível observar a atenção aos detalhes presentes. O problema é que, como muitos títulos baseados em anime, ele logo fica repetitivo e cansativo, principalmente por conta da falta de variedade dos próprios estágios do jogo.

7 – Afro Samurai (PS3/X360)

Inicialmente um doujin, isto é, um trabalho publicado de forma independente, Afro Samurai acabou se tornando um ícone por promover um choque entre elementos tipicamente ocidentais e orientais. Com um visual estiloso e trilha sonora empolgante, o jogo é um hack ‘n slash que diverte bastante, mas é recomendado àqueles que querem uma jogatina descompromissada, visto que a câmera tem problemas consideráveis que desmotivam qualquer um que quiser levá-lo a sério, além de se tornar repetitivo com o tempo, como grande parte dos jogos do gênero. O fato de ter duração de jogo de locadora (aproximadamente seis ou sete horas) também acaba tirando um pouco do mérito do título.
Uma sequência intitulada Revenge of Kuma chegou a ser lançada em 2015 para PlayStation 4 e PC e se propunha ser episódico, em três capítulos, mas a recepção negativa acabou fazendo com que a produtora cancelasse os volumes seguintes e devolvesse o dinheiro de quem já havia comprado a primeira parte. 

6 – JUMP Ultimate Stars (DS)

Sem nunca ter sido lançado no ocidente, JUMP Ultimate Stars não foi a primeira tentativa de reunir os principais personagens da revista em um jogo, apesar de ser, talvez, uma das mais conhecidas ao lado de J-Stars Victory Vs, que até chegou a ser lançado por essas bandas em 2015. É possível dizer até que existe uma espécie de franquia, considerando uma que reunião entre os medalhões da marca na época foi promovida já no SNES, com Famicom Jump: Hero Retsuden.
O jogo é de luta — o que é compreensível, visto que a maior parte dos títulos presentes no crossover são justamente mangás de batalha — e conta com trezentos e cinco personagens jogáveis que vêm tanto de séries modernas, como One Piece, quanto das mais clássicas, como Hokuto no Ken.
Com uma jogabilidade similar à da série Smash Bros., a peculiaridade principal está na forma como é possível montar times diversificados com lutadores de especialidades diferentes. Cada personagem tem um valor específico e vai ocupar um espaço dentro de uma grade (similar a uma página de HQ) com dimensões 4 x 5 para, ao fim, criar uma equipe customizada. Considerando a quantidade de personagens disponíveis, as combinações são praticamente infinitas. Pode parecer confuso, mas, textos em japonês à parte, é bem fácil de pegar o jeito.
O jogo entretém por algum tempo, embora justamente essa quantidade absurda de conteúdo a ser liberado acaba sendo um empecilho, visto que apenas os jogadores dedicados conseguirão desbloquear tudo sem ficarem entediados. É um desses exemplos que como jogo de anime é fantástico, mas como jogo de luta, acaba capengando um pouco na hora de segurar a atenção.

5 – Ghost in the Shell: Stand Alone Complex (PS2)

Baseado não no filme, mas na série de anime de 2002, Stand Alone Complex se destaca na multidão formada pelos jogos de luta dessa lista por ser um third person shooter. O diferencial se dá na alternância de gameplay entre a Motoko Kusanagi e seu parceiro, Batou, em níveis específicos que irão fazer uso das características exclusivas de cada personagem. Além disso, o jogo também se destaca no level design e na jogabilidade frenética embalada por músicas envolventes e visual de primeira linha. A única ressalva a ser feita é, talvez, que o jogo acaba sendo muito curto, o que deixa uma impressão de experiência incompleta. 

4 – Bleach: Dark Souls (DS)

Desenvolvido pela Treasure — responsável por Ikaruga (Multi), Bangai-O (Multi) e Sin and Punishment (N64) — Bleach: Dark Souls é um jogo consistente. Sequência de The Blade of Fate, o jogo de luta para Nintendo DS conta com uma história própria que se dá após a deserção do vilão Aizen, ao fim do arco da Soul Society. O grande destaque, no entanto, é a diversidade de personagens jogáveis e o gameplay viciante, que oferece uma variedade de combos que é suficiente para agradar aos jogadores que preferem um jogo de luta mais complexo.
Considerando as limitações do aparelho, os sprites são muito bem trabalhados e contam com uma animação fluida na maioria das vezes. O principal destaque, no entanto, é a presença de cartões que podem ser utilizados no meio da luta e, por alguns segundos, concedem power-ups aos personagens, como aumentar o ataque do jogador por alguns segundos ou fazendo com que a barra de especial carregue mais rápido. Considerando o suporte para o recurso de Download Play do console, é um excelente jogo para reunir os amigos que não têm o cartucho. 

3 - JoJo’s Bizarre Adventure: All-Star Battle (PS3)

All-Star Battle é uma carta de amor ao fã de JoJo que, na altura de seu anúncio, em 2012, já tinha perdido as esperanças de qualquer novo material a respeito da série além do próprio mangá. Tendo como base o gameplay do jogo da década de 90, o CyberConnect2 se apegou aos detalhes: desde os golpes complexos e especiais até à pose dos personagens parados, tudo, sem exceções, veio diretamente do mangá, por mais que seja um único quadro sem qualquer relevância de uma página aleatória.
Apesar de ter alguma consistência na jogabilidade e no equilíbrio entre os personagens, o jogo, no entanto, não vai além de um Party Brawler e pouco tem a oferecer para uma cena competitiva. Tal qual JUMP Ultimate Stars, a quantidade de conteúdo extra a ser liberado — como as roupas alternativas, por exemplo — também pode afastar um jogador que não tem tanto tempo ou paciência disponível para desbloquear tudo.
O story mode também deixa a desejar, principalmente porque, durante sua produção, pouco foi revelado sobre ele a não ser que era “um modo de história pouco convencional”, mas não havia nada de não-convencional nele. Considerando tudo isso, All-Star Battle pode ser interessante para quem não é fã, mas logo vai ser deixado de lado. Entretanto, o título ainda é muito querido no coração dos fãs que hoje podem se considerar muito bem servidos de material a relacionado à série.
Com o sucesso do jogo, a CyberConnect2 chegou a produzir outro jogo de JoJo, Eyes of Heaven, mas acabou sendo uma experiência esquecível, principalmente ao lado de toda minúcia que fez ASB ser o que é. 

2 – Dragon Ball Z: Burst Limit (PS3/X360)

Na verdade, dava para fazer uma lista só com jogos de Dragon Ball — e vários deles são realmente muito bons —, mas Burst Limit é especial. Lançado em 2008, o jogador já estava saturado dos Budokai Tenkaichi, com seus enormes cenários 3D e personagens infinitos produzidos para o jogo de maneira quase industrial.
O estúdio Dimps, que havia sido responsável pelos três primeiros Budokai, colocou o excesso de explosões de lado para dar prioridade à porradaria física pura e irrestrita. Para tal, o estúdio eliminou a mecânica de carregar o medidor com KI para então convertê-lo em golpe especial, fazendo com que o jogador tenha de recorrer a golpes físicos com uma frequência maior.
É também um dos jogos mais bonitos da franquia até hoje, visto que o visual cel-shadedse mostrou muito mais agradável do que os modelos plastificados de Raging Blast. Nesse quesito, apenas Fighter of Z promete superá-lo.
Seu único defeito é a ausência de conteúdo. Considerando o que já foi conquistado em títulos anteriores, o fato de Burst Limit representar apenas a fase Z até o arco dos Androides é decepcionante.
Menções honrosas: Dragon Ball: Budokai Tenkaichi 3 (Wii/PS2), Dragon Ball GT: Transformation (GBA), Dragon Ball Xenoverse 2 (Multi). 

1 – Naruto Ultimate Ninja Storm 3 (PS3/X360)

Eu sempre brinquei que os jogos de Naruto são melhores do que a própria série. A franquia Ultimate Ninja Storm é o exemplo supremo dessa constatação. O terceiro jogo, especificamente, se destaca por segurar o fôlego dos primeiros, consertando a maioria dos seus defeitos e melhorando o que já era bom. Aqui, o mundo aberto inútil do segundo título não têm mais vez.
O estúdio CyberConnect2 foi extremamente competente na composição do modo história, visto que toda passagem importante da série ganha novas proporções. As lutas contra os chefes todas elas ganham sequências que não estavam presentes no mangá, o que contribui para uma reinterpretação interessante dos fatos já explorados e conhecidos dos fãs da série.
Ainda assim, o principal problema do jogo acaba por ser narrativo. Por ter sido lançado no olho do furacão, bem no clímax da Guerra Ninja, o encerramento pareceu abrupto, visto que não passava de um recurso barato para preencher um vazio de um arco de história que ainda não tinha sido concluído.

O terceiro jogo da série Ultimate Ninja Storm ainda recebeu uma versão mais encorpada chamada Full Burst e uma sequência direta, mas o fato da marca Naruto como um todo ter se desgastado acabou ofuscando a luz desses novos jogos.


Top 10 Experiências multiplayer no Super Nintendo

By : PlayersPlace
É sempre tocante relembrar o Super Nintendo, aparelho responsável por muitas e muitas horas de diversão. Hoje vamos falar de um dos aspectos que mais contribuiu com isso: o multiplayer. Diversos jogos do SNES aproveitaram seu suporte para dois e até quatro controles (lembra daquele acessório, o Multitap?) para elevar a experiência a outro nível. E esse nível inclui tanto uma boa jogatina cooperativa quanto uma intensa disputa. Sem mais delongas, vamos às nossas escolhas dos melhores multiplayers do Super Nintendo!

10 – Final Fight 2 e 3

Embora Final Fight 3 tenha uma seleção de personagens mais ampla, o gameplay de Final Fight 2 pode ser considerado mais sólido. De qualquer forma, ambos estão aqui como grandes beat’em ups do SNES. Deixando de lado seus enredos clichês e inconsistentes, os games da série Final Fight trouxeram diversão para muitos jogadores graças a seu modo multiplayer. Nele, dois jogadores encaravam uma jornada por Metro City, que envolvia uma boa pancadaria com hordas e hordas de capangas e ocasionalmente chefões. Com seus personagens com diferentes técnicas de luta, estágios interessantes e muitas armas coletadas do cenário ou roubadas de adversários, Final Fight preenchia bem tardes animadas de sábado e noites enfadonhas de domingo.

9 – Zombies Ate My Neighbors

Brincadeiras com filmes de terror temperando uma aventura sinistra por uma vizinhança assolada por zumbis, vampiros, lobisomens e alienígenas, assim é Zombies Ate My Neighbors. Esse shooter em câmera top down é uma aventura que merece ser vivida com um amigo simplesmente pela comicidade dos eventos do jogo. Nesse modo, dois jogadores juntam-se para sobreviver às hordas de criaturas sobrenaturais e salvar vizinhos indefesos. O gameplay, por sua vez, é sólido e divertido o bastante mesmo para um jogo que não se leva tanto a sério. Em suma, uma verdadeira pérola do SNES e um dos primeiros jogos a apostar tanto no humor.

8 – Goof Troop

A Disney encheu o SNES com mágicas experiências multiplayer. A trilogia Disney’s Magica Quest é um grande exemplo, mas quem entra na lista das dez melhores é Goof Troop. Baseado na série animada, a aventura de Pateta e Max era também inspirada em The Legend of Zelda pela câmera top down e foco na resolução de enigmas. A simplicidade do gameplay aliada ao crescente nível de dificuldade dos quebra-cabeças ajudava a construir uma experiência prazerosa e desafiante. Um verdadeiro Zelda: Four Swords lançado com uma década de vantagem!

7 – Battletoads in Battlemaniacs Teenage Mutant Ninjas Turtles IV

O multiplayer de Battletoads pode não ser o mais acessível, dada a dificuldade expressa pela Rare em seus complicados estágios, mas é de longe um dos mais gratificantes pela mesma razão. Após inúmeras tentativas, conseguir superar as fases de Battletoads, especialmente as últimas, era sinônimo de satisfação pessoal. E com um amigo do lado, dividir as alegrias era tão divertido quanto rir pelos fracassos.

O mesmo pode-se dizer de Teenage Mutant Ninja Turtles IV: Turtles in Time, que também conta com uma trilha sonora eletrizante. A jogatina em dupla de Turtles in Time com certeza fez a tarde de muitos jogadores. Como ambas as séries são similares até em modo multiplayer, decidimos posicioná-las igualmente nesta lista.

6 – Sunset Riders

O que pode ser melhor do que cruzar o Velho-Oeste como um caubói, fuzilando hordas de bandidos, perseguindo trens a cavalo e enfrentando ambientes hostis? Fazer tudo isso em dupla, obviamente! Ou em trio e até em quarteto! Sunset Riders e seu multiplayer cooperativo são uma das experiências mais memoráveis do SNES. Com um nível de dificuldade intermediário entre Battletoads e Kirby Super Star, este jogo consegue agradar por horas. As muitas situações construídas pelo jogo remontam clichês dos filmes de caubói, mas também trazem novidades, pedindo por uma jogatina multiplayer.

5 – Mortal Kombat e Street Fighter

Seja você um “kombatente” que prefere Mortal Kombat II ou Ultimate Mortal Kombat 3, um lutador de rua que acha Street Fighter II melhor que a versão Turbo ou qualquer outro tipo de fanático por jogos de pancadaria, o SNES teve uma ótima safra do gênero. De um lado, Mortal Kombat e seu impressionante exagero visceral; do outro, a consagração da fórmula da série de luta da Capcom. As versões de ambas as séries lançadas para o SNES foram responsáveis por muita competição e rivalidade, que poderia estar se expressando numa briga de verdade, mas que ficava restrita às telas da televisão… mesmo que incluíssem arrancar a coluna vertebral do coleguinha!

4 – Super Bomberman

Com um design simples e comandos intuitivos, Bomberman foi sinônimo de emocionantes partidas multiplayer. Com suporte a até quatro jogadores utilizando o acessório multi-tap, a jogatina podia ser expandida para outro nível. Em suas muitas fases, personagens, itens e modos de jogo, Bomberman trazia diversão em diversas modalidades, sejam as altamente competitivas quanto as tranquilamente cooperativas. Cada jogador tem sua versão preferida de Super Bomberman, obviamente, portanto não me aterei a nenhuma específica. Todas, no entanto, têm algo em comum: conseguem agradar a diversos tipos de jogadores em uma simples brincadeira de bombas.

3 – Super Mario Kart

Mario Kart pode ser considerado um dos maiores exemplos de multiplayer, e foi no SNES que a franquia nasceu. Super Mario Kart utilizava um esquisito esquema de divisão da tela em duas metades, com o mapa na porção inferior e a ação na superior. Apesar dessa divisão, a diversão continuava multiplicada por dois ao conectar um segundo controle ao SNES e disputar as corridas mais loucas que um videogame havia recebido até então. Atirar cascos, defender-se com bananas, ativar estrelas e lutar pelo primeiro lugar… simples assim, mas só até chegarmos à Rainbow Road!

2 – Secret of Mana

Conectando três controles ao SNES com o acessório multi-tap, é possível jogar em grupo esse que foi um dos primeiros RPGs de ação da história. Dispensando as batalhas em turnos para um esquema dinâmico em tempo real, Secret of Mana já era um grande RPG, mas alcança outro nível de entretenimento quando jogado em equipe. Cada jogador assume o controle de um dos membros do grupo, Randi, Primm e Popoi, e todos devem se ajudar para superar os muitos monstros, calabouços e chefões do jogo. Para isso, há um leque de armas com diferentes jogabilidades, diversos itens e variadas magias, o que torna a experiência bem interessante.

1 – Kirby Super Star

A aventura de Kirby no SNES é uma daquelas que merece ser vivida em dupla. Com mais um controle, é possível dar a um segundo jogador o comando sob o ajudante da bolota rosa (Helper), criado utilizando o poder absorvido. Juntos, explorar Dream Land e os outros fantásticos locais pelos quais Kirby enfrenta inimigos e aspira poderes fica incrivelmente divertido. Spamar ataques nos chefes, dar beijinhos para compartilhar a recuperação de vida das comidas, coordenar os movimentos da dupla para coletar todos os tesouros de The Great Cave Offensive… tudo é muito legal de se viver ao lado de um amigo em Super Star.


E você? Quais títulos multiplayer do Super Nintendo tocam suas memórias mais queridas, engraçadas ou até frustrantes da era 16-bits? Deixe seus comentários!

10 Monstros mais assustadores dos games

By : PlayersPlace


Hoje falaremos sobre os mais aterrorizantes monstros do mundo dos games, aqueles que te fazem sentir arrepio só de ouvir o barulho dele. Espero que gostem dessa lista 

1) Gatherer
Amnesia: The Dark Descent ( 2011)
plataforma: PC
Eles são os servos de Alexandre, e os inimigos principais no jogo, eles possuem duas variações os grutes e os brutes e ficam patrulhando as áreas do castelo atacando o protagonista quando encontrado. Como o protagonista é desarmado as únicas opções são correr e se esconder. Ele sempre pode ser ouvido antes de ser visto por causa de seu grunhido. Evite contato direto pois o protagonista perderá sanidade quando vê-lo. Esses monstros possuem a boca cortada chegando ao peito, olhos sem vida e garras afiadas nas mãos, ele realmente é um pesadelo vivo. A certeza de encontra-lo é quando obtêm um objeto importante.

2) Nemesis
Resident Evil 3 (1999)
Plataforma: PC, PS, GC, DC
Criado pela Umbrella para perseguir os membros de resgate da S.T.A.R.S esse zumbi é geneticamente modificado em questão de quantidade de força inteligencia a ponto de usar armas de fogo. No Game o jogador o encontra diversas vezes, como a Jill é uma personagem muito fraca e os ambientes de batalha são muito ruins a melhor escolha é sempre fugir porém se quiser tentar a sorte e quase morte certa fique e lute.

3) Kusabi
Fatal Frame II ( 2003)
Plataforma: PS2
Em um jogo onde sua única arma é uma câmera, enfrentar um fantasma milenar é assustador, qualquer contato já é suficiente para o protagonista morrer, um dos principais monstros do game talvez o mais medonho, sua primeira aparição é quando ele surge de uma sala em alta velocidade.

4) Piggsy
Manhunt (2003)
plataforma: PS2, XBOX
Piggsy é um assassino em massa acima do peso, com problemas mentais que usa uma cabeça de porco decepada sobre a sua própria cabeça e mata suas vítimas com uma motosserra. Ele é quase completamente desumano no comportamento e perdeu toda a conexão com a realidade. Seu estado mental tem degradado a um estado animalesco e como criança, como ele parece ser apenas capaz de falar algumas palavras básicas e imitando grunhidos e guinchos de um porco. Ele é um assassino sem remorsos, massacra todos aqueles que vêm em seu caminho com sua motosserra. Devido a isso, tornou-se estrela Piggsy performer de Starkweather em seus filmes snuff. Starkweather o manteve acorrentado e trancado no sótão abandonado de sua propriedade e lhe dava carne humana, que é entregue a ele por guardas Cerberus , que o trataram com medo genuíno e desgosto. Ele é o último adversário que Cash enfrenta no jogo e é um adversário mortal.

5) Witch
Left 4 Dead (2008)
plataforma: PC, XBOX 360

De longe pode ser confundida com uma criança ou uma mulher frágil chorando, porém jamais é aconselhável tirar-la de seu estado de agonia, pois por trás da tristeza existe um dos personagens mais mortais de jogos, quando perturbada ela usa suas garras afiadas para deruba-lo ao chão e começar a carnificina podendo matar o protagonista em poucos golpes se não for morta antes. A melhor opção é ignora-la e  passar bem longe se quiser manter sua vida no game que já é escassa. Dica do tio Vasca? o jogo é para matar não é? senta o dedo no gatilho e torce pros seus amigos te ajudarem, é mais divertido

6) Adam the Clown
Dead Rising (2006)
plataforma: XBOX 360
Sabe quando pessoas falam que tem medo de palhaço, ta ai o motivo, e esse ainda faz acrobacias mortais, como em um ataque que ele pula com duas moto-serras em suas mãos, e em seu arsenal ainda inclui lançar chamar e bomba de gás lacrimogêneo, ele é difícil de ser atingindo pela sua agilidade, precisa ser esperto para derruba-lo.

7)Sledgehammer
Clock Tower 3 ( 2002)
plataforma: PS2
Além de muito feio é cruel, em sua primeira aparição é visto matando uma criança inocente, depois desse crime inicial uma corrida implacável atras do jogador pelas ruas de londrês, armado com um martelo gigante, algumas batidas são suficientes para deixar o jogador em panico e aberto a ataques fatais. Ele é dono de 26 assassinatos e foi condenado a 486 anos de prisão. Foi enforcado porém ressuscitado para ser subordinado.

8) Big Daddy
Bioshock (2007)
plataforma: PS3, XBOX 360, PC
Essas criaturas de Rapture, a cidade aquática de Bi, são bem violentas e possuem uma personalidade bem volátil, se as órfãs que eles protegem estão salvas eles são os seres mais carinhosos que existem, ele não ataca por vontade própria só quando atacado ou atacarem as órfãs, o mais famoso posse um furadeira na mão porem existem algumas outras variações 5 tipos para serem exatos. Uma curiosidade é que no segundo jogo o protagonista é um Big Daddy

9) Berserker
Gears of War (2006)
plataforma : XBOX 360
É uma versão feminina e de 3 metros dos locusts, uma raça de reptilianos - humanoides. Mesmo cegas possuem sentidos apurados e conseguem atacar com extrema velocidade. As Berserkers são imunes a tiros e morrem apenas quando são queimadas.

10) Regenerator
Resident Evil 4
PS2. GC

As criaturas horríveis como o El Gigante e os Novistadores são meros produtos dos experimentos diabólicos conduzidos em espécimes que foram humanas. Mas há uma criatura que claramente se distingue das demais. Estas criaturas são chamadas de Regenerators. Elas tem um metabolismo superior, que permitem que regenerem partes do corpo perdidas a velocidades incríveis. Nunca vi algo assim… Os Regenerators são BOWs experimentais criadas através da implantação da Plaga do tipo 5, em um hospedeiro humano, mas distinguem-se das demais BOWs criadas a partir de Las Plagas. O Regenerator foi a única BOW criada a partir do uso do tipo 5 de Las Plagas.

Espero que tenham gostado desse nosso top 10 galera.
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